Da triagem ao faturamento, com inteligência artificial em cada etapa. Menos tempo perdido, menos erro médico, mais reputação.
Não entregamos software.
Entregamos um ecossistema que conecta assistência, operação, gestão e resultado.
Uma plataforma de inteligência clínica que resolve, de forma integrada, os principais desafios da instituição.
Triagem inteligente, análise de interações medicamentosas e segunda leitura clínica para reduzir riscos e aumentar a segurança do paciente.
IA com alto contexto clínico, preparada para diferentes especialidades, reduzindo o tempo de documentação e apoiando a decisão.
A conduta médica é convertida automaticamente em receita — orçamentos, solicitações de exames e continuidade do tratamento.
Laudos, indicadores assistenciais, NPS, Business Intelligence e emissão fiscal — eficiência, rastreabilidade e conformidade.
Mais de 20 aplicações de IA já em produção. O áudio da consulta vira anamnese estruturada, a conduta vira plano e o histórico do paciente é lido em segundos.

Da recepção à gestão, em tempo real. Fila de atendimento sincronizada entre triagem, médico e diretoria — sem sistemas que não conversam.

Business Intelligence e NPS interpretados por IA, em tempo real — por médico, unidade e especialidade. Decisão baseada em dado, não em achismo.

Antes da consulta real, o médico treina cenários com IA que analisa rapport, clareza e fechamento — devolvendo um score de excelência clínica.

É o inimigo silencioso de toda diretoria hospitalar — e o que mais ameaça a reputação. A boa notícia: cerca de metade é evitável.
Fontes: IESS / UFMG — Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil · OMS — Patient Safety.
A Clínica Fares opera a plataforma inteira numa rede multiunidade — provando cada número no dia a dia da assistência.

Não construímos software de prateleira. Desenvolvemos uma plataforma de inteligência clínica moldada à rotina real dos médicos, que evolui em ciclos curtos com o corpo clínico e coloca IA de ponta para trabalhar todos os dias.
Cada campo, fluxo e laudo é moldado à realidade da instituição — não adaptado de um sistema genérico.
GPT-4o, Whisper e Gemini já integrados e rodando na rotina clínica — enquanto o mercado ainda discute.
Módulos novos nascem da prática do corpo clínico, não de um roadmap distante de fornecedor.
Sem dependência de um fornecedor SaaS de prontuário. A inteligência clínica pertence à instituição.
Menos tempo perdido, menos erro médico, mais reputação e faturamento — em cada etapa do cuidado.